Dos livros amiga,
Jornais e revistas
São o seu passatempo.
Artigos de fundo
-- da vida os rabiscos,
São os petiscos da sua
Enfurnada, alegre e
Plena de vida mental
-- terrenal existência.
Seus ais são movidos
por exógenos atos
de cronistas sabidos.
Retratos dos outros
que, sem o saberem,
foram adscritos:
Nas páginas brancas,
formando colunas de letras
-- com sabores deliciosos
das marmitas dos papitos.
Fecundas idéias
Sempre são novas estréias!
Abrem umbigo de amigas visões
-- banais e candentes,
Transportam aos astros fatais
Que longe navegam
dos nossos quintais.
Bibliotecária, amiga de livros
Reflete pensares a esmo
E constroi o seu ser unitário
-- emerso de si mesmo.
Assim é a Bibliotecária.
Aqui publicarei os meus escritos ---- versos, poemas e poemetos.
Fico grato, desde já, se você se dignar a lê-los. Ao menos, levemente.
Ao seu dispor, agora e eternamente.
Mykola Szoma
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Na fumaça
Queimando os dias
na fumaça de um cigarro.
A sua vida se destrói
-- por nada. A fumaça
que, Apenas em pensamentos,
Dilui todos os sonhos seus.
Fumaça dos sonhos.
Fumaça dos olhos dela.
Da vida -- uma fumaça.
Abraça os dois, enlaça
a esperança nos restos
da fumaça. Deixa nada,
para depois -- para
nenhum dos dois.
Fumaça antes dos encontros.
Restos de fumaça depois.
Na dor do cérebro,
-- por cinzas apagado...
Nada mais resta
que a fumaça,
Um vazio buscando
os encontros insanos
dos dois!
Queimando os dias
na fumaça de um cigarro.
E depois?!.
na fumaça de um cigarro.
A sua vida se destrói
-- por nada. A fumaça
que, Apenas em pensamentos,
Dilui todos os sonhos seus.
Fumaça dos sonhos.
Fumaça dos olhos dela.
Da vida -- uma fumaça.
Abraça os dois, enlaça
a esperança nos restos
da fumaça. Deixa nada,
para depois -- para
nenhum dos dois.
Fumaça antes dos encontros.
Restos de fumaça depois.
Na dor do cérebro,
-- por cinzas apagado...
Nada mais resta
que a fumaça,
Um vazio buscando
os encontros insanos
dos dois!
Queimando os dias
na fumaça de um cigarro.
E depois?!.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Sonhador ausente
De segunda a sexta,
Aos sábados e aos domingos,
Mesmo nos dias de feriados;
A qualquer hora do dia
-- pela manhã,
-- à tarde,
-- durante a noite;
Tu esempre estás presente.
Na vida de infortúnio,
do infortunado sonhador,
Que se ausentou do mundo
Para viver ausente,
De todos e de si...
Apenas tu estás presente!
Embora não estando junto,
A vida dele destruiste,
Fazendo dele um robô
-- apenas um vivente:
Escondes nele tu
-- um teu joguete apenas...
Dos teus insípidos desejos,
a fonte de paixão perversa.
Adversa dele és tu;
De ti adverso é ele...
Unidos pela insipidez da vida,
Perderam ambos a noção do belo
-- Juntaram as suas anomalias,
Pensando em construir o começar;
Porém traçaram -- e somente,
o fim da estrada. Ali na frente:
Há uma placa -- "É bom parar!.."
Aos sábados e aos domingos,
Mesmo nos dias de feriados;
A qualquer hora do dia
-- pela manhã,
-- à tarde,
-- durante a noite;
Tu esempre estás presente.
Na vida de infortúnio,
do infortunado sonhador,
Que se ausentou do mundo
Para viver ausente,
De todos e de si...
Apenas tu estás presente!
Embora não estando junto,
A vida dele destruiste,
Fazendo dele um robô
-- apenas um vivente:
Escondes nele tu
-- um teu joguete apenas...
Dos teus insípidos desejos,
a fonte de paixão perversa.
Adversa dele és tu;
De ti adverso é ele...
Unidos pela insipidez da vida,
Perderam ambos a noção do belo
-- Juntaram as suas anomalias,
Pensando em construir o começar;
Porém traçaram -- e somente,
o fim da estrada. Ali na frente:
Há uma placa -- "É bom parar!.."
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Justiça injusta
De Rui Barbosa
A mortalha trepidou
-- Mais uma vez
A justiça, de modo injusto,
Pela justiça própria,
Auto-imposta se escamoteou!
Depois de cisalhar
As ímprobas asas,
De novo as restaurou...
Em nome da justiça mesma,
Uma injustiça outra perpetrou!
De Rui Barbosa
A mortalha,
Corada de tanto pejo,
De novo trepidou.
A mortalha trepidou
-- Mais uma vez
A justiça, de modo injusto,
Pela justiça própria,
Auto-imposta se escamoteou!
Depois de cisalhar
As ímprobas asas,
De novo as restaurou...
Em nome da justiça mesma,
Uma injustiça outra perpetrou!
De Rui Barbosa
A mortalha,
Corada de tanto pejo,
De novo trepidou.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Clicando o teclado
A qualquer dia da semana --
Pouco importa o número no mes,
Estás clicando o teclado --
Entre o Cirílico moderno e,
o do Camões -- o Português.
Do sol raiar
Até da lua
um feixe de raios
a crosta da Terra encobrir;
Estarás sempre clicando,
Como se quisesse
-- da estrada, em que pisas,
restos de poeira recolher...
Ungido te sentes.
No trabalho constante --
competir com a deusa Atena,
Terás encontrado
-- no monte Olimpo,
A tua morada perene!
Serás um, junto aos Doze.
Panteão levará o teu nome!
Falarás como a chuva,
ao sabor dos trovões.
Tempestade serás
-- como um raio de fúria.
Voarás como águia,
batendo as asas na Lua...
Da Hera farás a mensagem.
Para os homens darás o recado:
"Basta de atos hediondos!
Chegou ao final da história, a
ação dos segredos de Posêidon"!
Farás da Ártemis uma letrada,
De Apolo, uma noite enluarada e
Cravarás a flecha do amor
No coração da gente desesperada.
A qualquer dia da semana --
Não importa o número no mes,
Terás no monte Olimpo
A tua perene morada!
Pouco importa o número no mes,
Estás clicando o teclado --
Entre o Cirílico moderno e,
o do Camões -- o Português.
Do sol raiar
Até da lua
um feixe de raios
a crosta da Terra encobrir;
Estarás sempre clicando,
Como se quisesse
-- da estrada, em que pisas,
restos de poeira recolher...
Ungido te sentes.
No trabalho constante --
competir com a deusa Atena,
Terás encontrado
-- no monte Olimpo,
A tua morada perene!
Serás um, junto aos Doze.
Panteão levará o teu nome!
Falarás como a chuva,
ao sabor dos trovões.
Tempestade serás
-- como um raio de fúria.
Voarás como águia,
batendo as asas na Lua...
Da Hera farás a mensagem.
Para os homens darás o recado:
"Basta de atos hediondos!
Chegou ao final da história, a
ação dos segredos de Posêidon"!
Farás da Ártemis uma letrada,
De Apolo, uma noite enluarada e
Cravarás a flecha do amor
No coração da gente desesperada.
A qualquer dia da semana --
Não importa o número no mes,
Terás no monte Olimpo
A tua perene morada!
Aérea pista
Tu és um ascensorista
Manobras, como ningém,
as pistas de ascensão:
Aos picos monumentais,
Dos que buscam
Encontrar uma melhor,
aérea e segura vista.
Dizem ser aquela
uma -- de pouso,
aeropista.
São escaladores
De pedreiras
artificiais: Edifícios,
esconderijos de
humanos sem coração...
Depois de séculos,
perderam de si a noção!
Construiram mausoleus e
neles, dizem
Terem encontrado: a sua
total proteção...
-- Do que?
Também, não têm noção!
São anos de experiência.
Vivência robusta
De extrema paciência
Nutriu a soberba
da tua existência!..
Tu és tudo... Também
És tu nada, não!
Com asas de ferro
-- um condor astuto,
Feriu o teu peito hirsuto!
No reino do norte --
De Aquíleo porte.
Tiveste a sorte
De Morpho helenor Peleides:
Da guarda de Aquiles,
Dos jardins do Achilleion,
Passaste por sobre a morte!
És tu manobrista
das escaladas
de grande ascensão.
Manobras, como ningém,
as pistas de ascensão:
Aos picos monumentais,
Dos que buscam
Encontrar uma melhor,
aérea e segura vista.
Dizem ser aquela
uma -- de pouso,
aeropista.
São escaladores
De pedreiras
artificiais: Edifícios,
esconderijos de
humanos sem coração...
Depois de séculos,
perderam de si a noção!
Construiram mausoleus e
neles, dizem
Terem encontrado: a sua
total proteção...
-- Do que?
Também, não têm noção!
São anos de experiência.
Vivência robusta
De extrema paciência
Nutriu a soberba
da tua existência!..
Tu és tudo... Também
És tu nada, não!
Com asas de ferro
-- um condor astuto,
Feriu o teu peito hirsuto!
No reino do norte --
De Aquíleo porte.
Tiveste a sorte
De Morpho helenor Peleides:
Da guarda de Aquiles,
Dos jardins do Achilleion,
Passaste por sobre a morte!
És tu manobrista
das escaladas
de grande ascensão.
Перетинок між нами
Між мною й тобою
стоїть перетинок:
Листівки вітряні,
рознесені співом,
весняних громів.
Похожі на брижі
зелених лісів.
Яжбо так думав,
бо так я й хотів!
Від сходу на захід
Ти дома мандруєш
-- степами країни
в якій народився;
А я на чужині
-- мандрую стежками
другого народу,
що має свободу та ж
не знає про мене
й незнає мене...
Ось така наша доля:
Перетинок між нами.
Ти там, а я тут.
Для весняної брижі,
довірно не значно
-- таким є,
усе те що для нас
перетинком стає!..
стоїть перетинок:
Листівки вітряні,
рознесені співом,
весняних громів.
Похожі на брижі
зелених лісів.
Яжбо так думав,
бо так я й хотів!
Від сходу на захід
Ти дома мандруєш
-- степами країни
в якій народився;
А я на чужині
-- мандрую стежками
другого народу,
що має свободу та ж
не знає про мене
й незнає мене...
Ось така наша доля:
Перетинок між нами.
Ти там, а я тут.
Для весняної брижі,
довірно не значно
-- таким є,
усе те що для нас
перетинком стає!..
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